Mídia Impressa


Levar o diálogo com os pacientes para além da porta do consultório, por meio do aplicativo gratuito de comunicação mais popular dos smartphones, com 14 milhões de usuários paulistas, está cada vez mais comum. O Conselho Federal de Medicina publicou, em julho de 2015, uma resolução que veta o uso do WhastApp e outras redes sociais para a realização de consultas, prescrições e diagnósticos.


Uso da internet desafia sigilo médico
Sílvio Eduardo Valente, presidente da comissão de direito médico da Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo (OAB-SP), explica que um médico pode trocar ideias com outro profissional desde que o paciente autorize.

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